
LUIZ 83
Luiz 83 (São Paulo, SP, Brasil, 1983) é autodidata. Sua formação decorre da experiência adquirida nas ruas da cidade como “pichador”, atividade que ofereceu o princípio de um vocabulário plástico que vem sendo refinado a partir de pesquisas que o artista desenvolve com considerável grau de inventividade em meios mais convencionais como o desenho, a pintura e a escultura. Sua experiência profissional como montador de exposições de arte também lhe oferece a oportunidade de permanecer em íntimo contato com obras de caráter clássico e contemporâneo, oportunidade que resulta em conhecimento sensivelmente assimilado. O artista participou de várias mostras individuais e coletivas entre quais se destacam o 37º Panorama da Arte Brasileira do Museu de Arte Moderna de São Paulo; Mãos: 35 anos da mão afro-brasileira no MAM- SP; a individual Z”na galeria Tato e as demais coletivas “Tendências da Street Art no Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia e “Pretatitude: insurgências, emergências e afirmações na arte contemporânea afro- brasileira” nos SESC Ribeirão Preto, São Carlos, Vila Mariana e Santos e Dos Brasis, arte e pensamento negro no SESC Belenzinho e Quitandinha.
Luiz 83 (São Paulo, SP, Brasil, 1983) é autodidata. Sua formação decorre da experiência adquirida nas ruas da cidade como “pichador”, atividade que ofereceu o princípio de um vocabulário plástico que vem sendo refinado a partir de pesquisas que o artista desenvolve com considerável grau de inventividade em meios mais convencionais como o desenho, a pintura e a escultura. Sua experiência profissional como montador de exposições de arte também lhe oferece a oportunidade de permanecer em íntimo contato com obras de caráter clássico e contemporâneo, oportunidade que resulta em conhecimento sensivelmente assimilado. O artista participou de várias mostras individuais e coletivas entre quais se destacam o 37º Panorama da Arte Brasileira do Museu de Arte Moderna de São Paulo; Mãos: 35 anos da mão afro-brasileira no MAM- SP; a individual Z”na galeria Tato e as demais coletivas “Tendências da Street Art no Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia e “Pretatitude: insurgências, emergências e afirmações na arte contemporânea afro- brasileira” nos SESC Ribeirão Preto, São Carlos, Vila Mariana e Santos e Dos Brasis, arte e pensamento negro no SESC Belenzinho e Quitandinha.
"Do diálogo entre os espaços tradicionais da arte e a rua, de uma leitura particular da história da arte
no BRASIL, e especialmente da nossa história da escultura, surge a obra de Luiz 83. Transitando entre o
legado concreto, neoconcreto e a cultura pop representada pela street art, esse artista reinventa a
matéria a partir do trabalho, revelando qualidades poéticas e construtivas antes escondidas . O papelão
ganha corpo e se projeta no espaço se convertendo em coisas novas . As letras do graffiti, antes
bidimensionais e contextualmente codificadas, se tornam um novo signo, num todo repleto de poesia.
desenho, forma, ideia e tensão se fundem reconstruindo o espaço."
Claudinei Roberto da Silva.
Claudinei Roberto da Silva.
“Se as letras
são a matéria-prima manipulada pelo artista desde o começo de sua carreira como pixador, então se faz
necessário explorar a relação entre imagem-letra, sonoridade palavra e vivencia humana.
A construção das letras vem da pixação: uma estilização dos caracteres capaz de conferir liberdade ao
artista. “Estudar as formas (das letras) de outros - procedimento típico entre pixadores - me fez perceber
que eu também poderia construir uma letra com um padrão próprio, mas me inspirando em outros que
eu admiro. É tudo uma questão de estilo. Eu faço uma letra bem básica”. Revela o artista.
A construção das palavras vem do mundo, e classifica, separa e taxonomiza tudo que existe na matéria
entre sons e conceitos. Forjadas entre a experiência e o som, as palavras parecem tanto separar quanto
reunir o mundo em si.”
Paulo Gallina.
Paulo Gallina.
Luiz 83 (São Paulo, SP, Brasil, 1983) é autodidata. Sua formação decorre da experiência adquirida nas ruas da cidade como “pichador”, atividade que ofereceu o princípio de um vocabulário plástico que vem sendo refinado a partir de pesquisas que o artista desenvolve com considerável grau de inventividade em meios mais convencionais como o desenho, a pintura e a escultura. Sua experiência profissional como montador de exposições de arte também lhe oferece a oportunidade de permanecer em íntimo contato com obras de caráter clássico e contemporâneo, oportunidade que resulta em conhecimento sensivelmente assimilado.
