
LILIANA ALVES
Liliana Alves (Itajubá, MG, 1962) é artista visual. Vive e trabalha em Sorocaba, SP. Graduada em Letras pela Universidade de Sorocaba, realizou diversos cursos livres em artes visuais com Paulo Pasta, Charles Watson, Marco Giannotti, Rodrigo Naves, Paulo Miyada e Pedro França.
Com trajetória iniciada no início da década de 1980, desenvolve uma pesquisa em pintura que parte da observação do cotidiano, da memória e da paisagem. Em suas obras, objetos e situações familiares são deslocados para o campo pictórico, onde investiga relações entre cor, forma, superfície, composição e espaço, transformando elementos banais em experiências visuais marcadas por uma dimensão poética.
Desde meados de 1985, participa de exposições e salões de arte em diferentes instituições, entre eles os Salões de Ribeirão Preto, Santo André, Piracicaba e Sorocaba, a Trienal Frestas, do Sesc Sorocaba, o Centro Cultural dos Correios, no Rio de Janeiro, e o Palácio do Itamaraty, em Brasília. Suas obras integram coleções institucionais e privadas, com destaque para o Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba, a Pinacoteca Municipal de Sorocaba, as coleções das prefeituras de Santo André e Piracicaba e o Museu FAMA, em Itu.
Liliana Alves (Itajubá, MG, 1962) é artista visual. Vive e trabalha em Sorocaba, SP. Graduada em Letras pela Universidade de Sorocaba, realizou diversos cursos livres em artes visuais com Paulo Pasta, Charles Watson, Marco Giannotti, Rodrigo Naves, Paulo Miyada e Pedro França.
Com trajetória iniciada no início da década de 1980, desenvolve uma pesquisa em pintura que parte da observação do cotidiano, da memória e da paisagem. Em suas obras, objetos e situações familiares são deslocados para o campo pictórico, onde investiga relações entre cor, forma, superfície, composição e espaço, transformando elementos banais em experiências visuais marcadas por uma dimensão poética.
Desde meados de 1985, participa de exposições e salões de arte em diferentes instituições, entre eles os Salões de Ribeirão Preto, Santo André, Piracicaba e Sorocaba, a Trienal Frestas, do Sesc Sorocaba, o Centro Cultural dos Correios, no Rio de Janeiro, e o Palácio do Itamaraty, em Brasília. Suas obras integram coleções institucionais e privadas, com destaque para o Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba, a Pinacoteca Municipal de Sorocaba, as coleções das prefeituras de Santo André e Piracicaba e o Museu FAMA, em Itu.
"Algo escondido debaixo da xícara
O estranho é sempre mais verdadeiro.
Há artistas que representam cenários que aparentam estar à espera de alguém ou de algo que aconteça. Nas cenas de Liliana Alves, a vida acaba de passar, deixando rastros. Destemida, a artista permanentemente sai do que seria seu “lugar de conforto”,em direção a uma prática não domesticada.
'Não pinto o que vejo', afirma Liliana Alves. Estamos diante de uma artista que se coloca em relação com o invisível e o imaginário. Embora o assunto principal de sua pintura seja o objeto comum e familiar, apropriado do entorno doméstico cotidiano, ele guarda um estranhamento,uma peculiaridade,um incômodo."
Paula Alzugaray.
O estranho é sempre mais verdadeiro.
Há artistas que representam cenários que aparentam estar à espera de alguém ou de algo que aconteça. Nas cenas de Liliana Alves, a vida acaba de passar, deixando rastros. Destemida, a artista permanentemente sai do que seria seu “lugar de conforto”,em direção a uma prática não domesticada.
'Não pinto o que vejo', afirma Liliana Alves. Estamos diante de uma artista que se coloca em relação com o invisível e o imaginário. Embora o assunto principal de sua pintura seja o objeto comum e familiar, apropriado do entorno doméstico cotidiano, ele guarda um estranhamento,uma peculiaridade,um incômodo."
Paula Alzugaray.
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Liliana Alves (Itajubá, MG, 1962) é artista visual. Vive e trabalha em Sorocaba, SP. Graduada em Letras pela Universidade de Sorocaba, realizou diversos cursos livres em artes visuais com Paulo Pasta, Charles Watson, Marco Giannotti, Rodrigo Naves, Paulo Miyada e Pedro França.
Com trajetória iniciada no início da década de 1980, desenvolve uma pesquisa em pintura que parte da observação do cotidiano, da memória e da paisagem. Em suas obras, objetos e situações familiares são deslocados para o campo pictórico, onde investiga relações entre cor, forma, superfície, composição e espaço, transformando elementos banais em experiências visuais marcadas por uma dimensão poética.
Com trajetória iniciada no início da década de 1980, desenvolve uma pesquisa em pintura que parte da observação do cotidiano, da memória e da paisagem. Em suas obras, objetos e situações familiares são deslocados para o campo pictórico, onde investiga relações entre cor, forma, superfície, composição e espaço, transformando elementos banais em experiências visuais marcadas por uma dimensão poética.
