
JÚLIO VIEIRA
Júlio Vieira (Osasco, SP, Brasil, 1985) é artista visual. Sua pesquisa concentra-se na construção da imagem urbana e em suas relações com memórias afetivas, cultura popular, história da arte, objetos cotidianos e a presença da natureza nos espaços urbanos. É bacharel em Design, realizou o curso de Processo Criativo na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Rio de Janeiro) e atualmente cursa a pós-graduação em Arte, Crítica e Curadoria na PUC-SP. Atua profissionalmente como artista visual desde 2016.
Realizou exposições individuais no Centro Cultural Correios (Rio de Janeiro) e na Casa de Cultura do Parque (São Paulo), além de participar de exposições coletivas em instituições como o Museu Afro Brasil Emanoel Araújo, o Centro Cultural Banco do Brasil, a Oficina Cultural Oswald de Andrade (São Paulo), a Caixa Cultural (Belém do Pará) e o Museu de Arte do Espírito Santo (Vitória). Foi indicado à 16ª edição do Prêmio PIPA e à 11ª edição do Prêmio Garimpo, da revista Dasartes. Possui obras em acervos públicos e privados, entre eles o FAMA Museu (Itu, SP), o MNBA – Museu Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro), o Museu de Arte do Espírito Santo (Vitória) e o SENAC Guarulhos (SP).
Júlio Vieira (Osasco, SP, Brasil, 1985) é artista visual. Sua pesquisa concentra-se na construção da imagem urbana e em suas relações com memórias afetivas, cultura popular, história da arte, objetos cotidianos e a presença da natureza nos espaços urbanos. É bacharel em Design, realizou o curso de Processo Criativo na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Rio de Janeiro) e atualmente cursa a pós-graduação em Arte, Crítica e Curadoria na PUC-SP. Atua profissionalmente como artista visual desde 2016.
Realizou exposições individuais no Centro Cultural Correios (Rio de Janeiro) e na Casa de Cultura do Parque (São Paulo), além de participar de exposições coletivas em instituições como o Museu Afro Brasil Emanoel Araújo, o Centro Cultural Banco do Brasil, a Oficina Cultural Oswald de Andrade (São Paulo), a Caixa Cultural (Belém do Pará) e o Museu de Arte do Espírito Santo (Vitória). Foi indicado à 16ª edição do Prêmio PIPA e à 11ª edição do Prêmio Garimpo, da revista Dasartes. Possui obras em acervos públicos e privados, entre eles o FAMA Museu (Itu, SP), o MNBA – Museu Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro), o Museu de Arte do Espírito Santo (Vitória) e o SENAC Guarulhos (SP).
A pintura de Júlio, ao embaralhar a perspectiva e criar vetores de entrada, faz a imagem produzir algo mais
fractal, desafiando o olhar a perceber a profundidade que se projeta para fora da tela, como um vórtex que
engendra e revela o espaço. Júlio Vieira apresenta em “Entrespaços” um repertório visual que, como um
todo, parte da vontade de constituir espaços marcadamente outros, nascidos da mistura e do hibridismo. Eles
convidam o olhar a permear suas dobras, problematizando os espaços reais do cotidiano e as marcas de poder
que nele encontramos, demarcando assim um ponto de vista sobre seu próprio entorno, mesmo diante do
embaralhamento."
Daniela Avellar, em texto curatorial para a exposição "Entrespaços".
Daniela Avellar, em texto curatorial para a exposição "Entrespaços".
“Para além de suas referências em história da arte, Júlio se debruça com atenção também para a construção imagética urbana e observa com cuidado as paisagens que a cidade sugere ou a natureza que está ali escondida. Isso sem dúvida reflete na sua produção, uma vez que as séries de pinturas desenvolvidas por ele partem de elementos destes universo e se transformam em uma proposição plástica bastante coesa, relacionando memórias afetivas com cultura popular, objetos cotidianos com espécies de plantas, signos gráficos com cores opostas e complementares, poesia com imagem. Em todos os seus trabalhos o artista parece querer revelar narrativas possíveis a partir de recombinações de elementos por ele transformados.”
Rachel Amoroso
Rachel Amoroso
Júlio Vieira (Osasco – Brasil - 1985) é artista visual. Sua pesquisa concentra-se na construção da imagem urbana e em suas relações com memórias afetivas, cultura popular, história da arte, objetos cotidianos e a presença da natureza nos espaços urbanos. É bacharel em Design, realizou o curso de Processo Criativo na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Rio de Janeiro) e atualmente cursa a pós-graduação em Arte, Crítica e Curadoria na PUC-SP. Atua profissionalmente como artista visual desde 2016.
